Iniciar as postagens do “Eu diário” citando Blavatsky é uma honra que tomo com muita responsabilidade.
Hoje, 13 de outubro de 2021, compartilho a reflexão sobre o que representa o “Eu diário” ou em outras palavras, a experiência memorial do Ser em construção.
Há algum tempo reaprendi a importância da memória para ter identidade individual e/ou coletiva. Por lógico, conhecer a própria origem ou a história da humanidade, permite que a trilha nessa caminhada misteriosa de “vida” seja mais consciente.
E por falar em consciência, escrever o “Eu diário” é uma forma já testada (vide Marco Aurélio) de inclinar-se com sabedoria a tríade do tempo (passado, presente e futuro) e quiçá lapidar “o pessoal nascido do impessoal” até uma outra realidade cognitiva.
Além de compartilhar frases, textos, poesias, experiências e reflexões, este espaço também está aberto à construção em soma. Afinal, somos “uma espécie de símbolo objetivo e tangível de todas as coisas visíveis do Universo.”.
Sejam bem-vindos!
Créditos da imagem: John William Waterhouse, Psyche Opening The Golden Box.
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